Nossos Mestres…

13 09 2009

…também tem mestres.

“Nunca estaremos prontos para sermos donos de nós mesmos, o máximo que podemos conseguir é ter mais confiança”, ouvi essa frase (ou coisa do tipo) de uma antiga Mestra minha que respeito muito, mas não concordo. Chego a pensar que poderia ser o inverso como coisa do tipo: “Nunca teremos confiança plena em nós mesmos, o máximo que podemos é ser nosso próprio dono”.

Hoje descobri em uma discussão antes do almoço que todos nós precisamos de um mestre, de um tutor, de um guia. Viver sem essa base seria muito difícil. Muitas vezes tento ser meu próprio guia, até pelo motivo de discordar de muitas das pessoas que tenho certeza que sabem mais do que eu. O prazer de ser “do contra”.

Do nada recebo uma mensagem de um numero desconhecido, era de um alguém que me prometeu um pote de estrelas: “Acho que o nome do filme é ‘Se nada mais der certo’, vamos assistir?”

Vendo o Trailer:

 

“Você é do tipo que quando tá diante do que você quer, você vira as costas.”

“O nosso medo de assumir os riscos nos deixam viciados no depois.”

Guia, mestre e tutor que nada… é simplesmente confiar no que somos e no que queremos. Um dia tudo que já foi pode voltar. Obrigado menina do pote, vamos assistir o filme sim.

Adorei ser interrompido no meio do post. E de me sentir confiante, depois de anos, ser interrompido justamente por quem eu não falava faz tempo e me dando a certeza de que nem sempre “oerradosempresoueu”.

Post Scriptum: “Meu mundo inexplicável ainda está aberto a convites”

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A tropa de elite está na rua…

3 08 2009

… ou melhor no Senado

Não pense que estou falando das gravações de um 2º filme que tem José Padilha na Direção. Estou falando é do Excelentíssimo Senador José Sarney, sim, dos casos dele. Não é meu papel discutir ou expressar minha opinião sobre o que está acontecendo atualmente na política brasileira. O papel deste julgamento está em cada um dos brasileiros.

oep O que chamo de “tropa de elite” e a imprensa de “tropa de choque” é justamente o que tive a oportunidade de ver hoje no plenário do Senado Federal, coisa que poucos brasileiros se interessam em saber. Durante o discurso do Senador Pedro Simon (PMDB/RS) houve bate-boca e agressões verbais para todos os lados. Pedro Simon estava defendendo seu posicionamento perante as acusações que recaem sobre o atual presidente do Senado. A “tropa de elite e de choque” se colocaram à frente da batalha através de dois Senadores muito manjados do povo brasileiro, Renan Calheiros e Fernando Collor.

O que assisti realmente foi o que considero inadequado para uma casa de importância tão grande e reconhecida para o que chamamos de Democracia e Republica. E me pergunto até onde isso vai.

Mas este post, que é impossível de ser curto, é apenas para me indignar com o que aconteceu, não a discussão, não a falta de ética e educação, mas sim sobre as ameaças feitas. Foi visível o fato de Senadores terem montado dossiês contra os outros. Sobre a ameaças de “Se continuar eu falo”. Uma vergonha, ameaças? Esconder o que? Para que? Eles defendem quais interesses? Os deles ou os do povo?

Post Scriptum: “saudade dos tempos que não vivi onde o povo era ativo e saia as ruas com alguma definição na cabeça”





Isso sim…

3 08 2009

… vale a pena

Segue abaixo o Manifesto dos professores da USP na integra. Comente!!!

A USP precisa mudar

A Universidade precisa mudar. A USP precisa modernizar-se sem perder suas tradições de qualidade. A USP precisa assumir suas responsabilidades para com a sociedade que a mantém. O momento de escolha do novo reitor é um momento apropriado para levantar idéias – para pensar grande! Não importa qual candidato cada um de nós irá apoiar: quem for eleito deve garantir a excelência de nossa instituição num quadro novo do mundo e do conhecimento, combinando a tradição de qualidade da USP com a agilidade necessária no mundo moderno.

As mudanças globais acentuadas pela recente crise criaram novos eixos de poder político e econômico no mundo e apontaram novas prioridades, gerando oportunidades para o Brasil. Se nossa Universidade está entre as que têm maior projeção no mundo, o dado decisivo é que ela figura entre as cinco primeiras dos países que hoje, mais que antes, estão de fato emergindo. Neste quadro, o papel da USP pode ser decisivo para que nosso país cresça e assuma o lugar por que todos ansiamos. Para o futuro chegar, a USP precisa mudar. As mudanças implicam fortalecer os critérios de qualidade em todas as suas ações e mecanismos de gestão, a começar pela escolha de seu próprio reitor, favorecendo o predomínio da academia sobre os interesses menores. Isso exige subordinar os procedimentos burocráticos e de gestão às atividades-fim, despindo-os dos seus componentes ritualísticos e cartoriais.

A forma de escolha do reitor da USP precisa ser modificada no primeiro ano da futura gestão. É necessário assegurar uma participação mais ampla e representativa do conjunto da universidade na decisão final, sempre com o objetivo de aprimorar a qualidade das atividades-fim da universidade. Novas formas de escolha do reitor devem ser discutidas com a comunidade acadêmica. Seja pelo reforço do atual colégio eleitoral do primeiro turno ou pela sua ampliação, estamos de acordo quanto à premência da mudança, quanto à importância de que qualquer reforma preserve e aumente a qualidade da USP, e quanto a pelo menos a eliminação do atual colégio do segundo turno.

Porém, as mudanças na estrutura do poder são apenas parte das alterações que garantam a melhora da qualidade de nossa instituição. Temos grupos fortes e altamente competitivos, ao lado de grupos incipientes ou que necessitam crescer ou se aperfeiçoar. A existência de grupos ou cursos de reduzida relevância acadêmica, quer no ensino ou na pesquisa, é sim responsabilidade da reitoria e das diretorias, e exige formas criativas de intervenção por parte das autoridades acadêmicas, visando a garantir que uns mantenham ou ampliem a sua liderança e outros passem a estar à altura da missão da USP. A instituição tem que atuar em conjunto, sinérgica e complementarmente, evitando a competição interna que arrisca desagregar o ethos comum da universidade.

A liderança e a competência intelectual de muitos Professores da USP edificaram a tradição de qualidade desta Universidade. Grupos e cientistas bem sucedidos também trazem significativas contribuições para a universidade, aplicadas em equipamentos, laboratórios, reagentes, instrumentos e bolsas. Mas as dificuldades criadas para infra-estrutura e gestão, acompanhadas muitas vezes de atitudes de rejeição à liderança destes cientistas nas estruturas departamentais, levaram a seu progressivo afastamento da vida da universidade: buscaram isolamento e independência, recorreram a mecanismos ágeis de gestão de recursos extra-universitários. Esses grupos têm que ser ativamente reincorporados ao funcionamento da instituição, seus líderes precisam receber incumbências compatíveis com sua expressão científica, os entraves administrativos e de gestão de recursos necessitam ser resolvidos e simplificados, para que a própria universidade possa assumir todas ou a maior parte das ações conduzidas por centenas de entidades que a ela vão se somando de forma incontrolada. Essas seriam importantes medidas para conter as forças centrífugas que tendem a desagregar a USP.

A USP tem o maior quadro de pesquisadores e especialistas entre as universidades brasileiras. Não pode isolar-se: sem se partidarizar, tem que dialogar com os governos e com a sociedade que a mantém. Além de sua missão educacional, a USP tem o dever de criar conhecimento, contribuir com soluções e prover especialistas para resolver gargalos e ajudar a promover o desenvolvimento do país.

Os desafios que o Brasil enfrenta são de duas ordens: déficits e oportunidades. O rol de tópicos nos quais a intervenção da USP pode ser de grande valor é muito amplo, e a título de exemplo dos nossos déficits sociais podemos lembrar a violência com suas múltiplas raízes; a desigualdade em todas as suas dimensões; a crescente poluição; o desnecessário antagonismo entre por um lado o desenvolvimento e por outro a biodiversidade e a culturodiversidade (por exemplo, a extinção de línguas indígenas, o estudo de culturas como a coreana e a boliviana, dois povos que estão se incorporando ao nosso dia a dia); o risco de que a capital de S. Paulo seja paralisada pelo trânsito, abafando sua pujança econômica, social e cultural; a extraordinária mudança do perfil demográfico, em que o crescente aumento da proporção de idosos se associa à extrema redução da natalidade, fenômeno que já afeta todas as atividades, do atendimento à saúde até o planejamento urbano, passando pelas relações de trabalho e a previdência social. Mas a maior contribuição que a USP precisa e pode dar ao país e ao Estado de S. Paulo, em proporção muito maior do que o faz, é com relação à educação em todos os níveis.

E há também as grandes oportunidades para o Brasil: podemos ser a primeira potência ambiental do planeta, temos especialistas capazes de liderar os grandes desafios que vão ditar o ritmo do crescimento dos diferentes países, como a biotecnologia, a nanotecnologia, a geração sustentável de energia, o uso da água. Nossa diversidade cultural pode revelar fontes de riquezas insuspeitas, que podem se converter em contribuições científicas, tecnológicas e sociais inovadoras.

A USP tem uma responsabilidade especial com o ensino de graduação especialmente com a qualidade e com as mudanças necessárias num mundo de profissões mais variadas, de uso intenso de instrumentos de educação a distância, de educação continuada de estudantes, profissionais e professores, com a criação, revisão, fusão e extinção de cursos. Ela deve levar cada vez mais em conta seu papel de propor modelos e iniciativas inovadoras, em lugar de repetir aquilo que outras instituições podem fazer em volume maior. Ela deve renovar a formação universitária, para que nossos alunos enfrentem uma vida que só pode ser abordada de forma interdisciplinar; deve entender que as profissões se multiplicaram e nem sempre estão ancoradas num diploma.

Para isso, a estrutura acadêmica e departamental tem que ser reformada, para se liberar do imobilismo e da burocracia que subordina o mérito ao rito. A burocracia universitária não é produto exclusivamente de uma elite de servidores, mas também do conservadorismo dos professores, especialmente aqueles encastelados em posições administrativas ou em milhares de comissões da universidade ou das unidades. Cabe ao reitor e pró-reitores quebrar a estagnação derivada do exercício cego e repetitivo das rotinas e observância inquestionável de regras que deveriam ser fugazes e transitórias e não transformadas em leis imutáveis.

A USP tem mais que o dobro dos programas de pós-graduação do que a universidade subseqüente. Abrange quase todos os setores do conhecimento em seus mais de 200 programas, 90% deles incluindo doutorado, caracterizados por alta qualidade e liderança. A USP já formou mais de metade dos doutores do Brasil, e hoje titula quase um quarto: essa própria redução é uma das provas de seu sucesso, pois grande parte dos novos programas de pós-graduação são liderados por egressos da USP, que hoje se encontram em todas as unidades da federação e em praticamente todas as universidades brasileiras. O Sistema de Pós-Graduação do Brasil deve seu formato e sucesso atuais em grande medida à USP. Por isso mesmo, cabe à USP a grande responsabilidade de renovar a pós-graduação. Sem abandonar as metas quantitativas, deve ela focalizar-se nos seus novos desafios, como por exemplo fazer um grande esforço para cursos que extrapolem as barreiras disciplinares clássicas, que lidem com a complexidade do mundo e do saber, em novas formas de articular os grupos de pesquisa e as áreas de pensamento. Nesta nova visão deve ter um lugar muito proeminente o pós-doutorado, principalmente tendo em vista que os docentes e pesquisadores de todo o sistema brasileiro de pós-graduação, espalhado nas universidades mais tradicionais e naquelas que estão sendo expandidas, precisarão de apoio importante para manter e consolidar suas atividades científicas. Essa talvez seja a contribuição mais relevante que a USP possa dar no futuro para o sistema universitário brasileiro.

A avaliação é instrumento central na de gestão em qualquer instituição, pública ou privada. Avaliação é, também, elemento chave na definição de metas e na prestação de contas à sociedade. Avaliação de metas deve fazer parte da vida diária da USP, em todos os níveis. Não pode ser um fenômeno episódico, um exercício amadorístico, nem ser o foco de pressões de grupos variados dentro da própria universidade para controlar-lhe os desfechos. Deve ser um processo cujo produto final, no lugar de apenas alimentar as páginas dos noticiários, sirva à Reitoria, às diretorias e ao próprio governo para melhorar o desempenho da USP.

Em suma, precisamos de uma universidade dinâmica que, sem abandonar suas raízes, se mostre aberta às mudanças que garantam sua excelência. Seu reitor necessitará de autoridade científica, representatividade acadêmica e compromisso social para fortalecer as boas potencialidades, reunificando a instituição, restaurando-lhe o entusiasmo e o vigor, qualidades que devem estender-se a todos os que venham a participar da gestão. Somos nós, todos os que se empenham na qualidade universitária, que precisamos dizer como a USP deve ser, e buscar um reitor que tenha compromisso com as melhores idéias e real possibilidade de executá-las. Exortamos nossos colegas a trazer a público suas idéias mais preciosas, seus ideais mais valiosos, para que a sucessão reitoral ultrapasse a simples escolha de um nome e seja a ocasião de se reafirmar a ousadia científica e a responsabilidade social de nossa universidade.

Adalberto de Fazzio
Instituto de Física da USP

Glauco A. Truzzi Arbix
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP

Hernán Chaimovich Guralnik
Instituto de Química da USP

Jorge Kalil Filho
Faculdade de Medicina da USP

Marco Antonio Zago
Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP

Renato Janine Ribeiro
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP

Vahan Agopyan
Escola Politécnica da USP





Contar história…

8 06 2009

… e melhor que isso viver.

Estava passeando pela internet e dei uma olhada no Trailer de um filme nacional que merecidamente merece espaço no Cabeças a Fora, ou melhor, merece espaço em todos os lugares.

Não conhecia a história desse rapaz, fui procurar saber e sinceramente adorei. Pelo o que fizeram por ele, e pelo o que ele aprendeu a fazer aos outros. Esse sim é um brasileiro que merece um filme, um brasileiro que tem história para contar e que sabe contar histórias.

Quem sabe, a partir de agora assistimos filmes que, querendo ou não, fazem parte do Brasil-brasileiro. História de um homem real, que vive hoje ainda entre nós e que merece ser um ícone e um exemplo a ser seguido por muitos.

Post Scriptum: “História… só merece quem sabe viver”





Ergo uma rosa…

23 04 2009

… ou o que quiser.

Encontrei agora a pouco esse video fantástico! Sou leitor de Saramago e particularmente conhecia Ergo uma Rosa… O Cabeças a fora não é de colocar videos aqui, mas esse merece!

Ergo uma rosa

Ergo uma rosa, e tudo se ilumina
Como a lua nao faz nem o sol pode:
Cobra de luz ardente e enroscada
Ou vento de cabelos que sacode.

Ergo uma rosa, e grito a quantas aves
O ceu pontuam de ninhos e de cantos,
Bato no chao a ordem que decide
A união dos demos e dos santos.

Ergo uma rosa, um corpo e um destino
Contra o frio da noite que se atreve,
E da seiva da rosa e do meu sangue
Construo perenidade em vida breve.

Ergo uma rosa, e deixo, e abandono
Quanto me doi de mágoas e assombros.
Ergo uma rosa, sim, e ouço a vida
Neste cantar das aves nos meus ombros.

Post Scriptum: “ergo e dou-lhe tantas rosas forem necessárias”





Mulheres…

18 04 2009

enlouquecedoras…

Mulher – Onde você vai?
Homem – Vou sair um pouco.
Mulher – Vai de carro?
Homem – Sim.
Mulher – Tem gasolina?
Homem – Sim…. coloquei.
Mulher – Vai demorar?
Homem – Não, coisa de uma hora.
Mulher – Vai a algum lugar específico?
Homem – Não. Só rodar por aí.
Mulher – Não prefere ir a pé?
Homem – Não. Vou de carro.
Mulher – Traz um sorvete pra mim!
Homem – Trago. Que sabor?
Mulher – Manga.
Homem – Ok, na volta eu passo e compro.
Mulher – Na volta?
Homem – Sim, senão derrete.
Mulher – Passa lá, compra e deixa aqui.
Homem – Não, melhor não! Na volta… é rápido!
Mulher – Ahhhhh!
Homem – Quando eu voltar eu tomo com você!
Mulher – Mas você não gosta de manga!
Homem – Eu compro outro, de outro sabor.
Mulher – Aí fica caro. Traz de cupuaçu!
Homem – Eu não gosto também.
Mulher – Traz de chocolate, nós dois gostamos.
Homem – Ok! Beijo. Volto logo.
Mulher – Ei!
Homem – O que?
Mulher – Chocolate, não… Flocos!
Homem – Não gosto de flocos!
Mulher – Então traz de manga pra mim e o que quiser pra você.
Homem – Foi o que sugeri desde o começo!
Mulher – Você está sendo irônico?
Homem – Não tô não! Vou indo.
Mulher – Vem aqui me dar um beijo de despedida!
Homem – Querida! Eu volto logo. Depois, tá?
Mulher – Depois não… quero agora!
Homem – Tá bom! (Beijo.)
Mulher – Vai com o seu ou com o meu carro?
Homem – Com o meu.
Mulher – Vai com o meu. Tem cd player, o seu não!
Homem – Não vou ouvir música. Vou espairecer…
Mulher – Tá precisando?
Homem – Não sei… vou ver quando sair!
Mulher – Demora não!
Homem – É rápido. (Abre a porta de casa.)
Mulher – Ei!
Homem – Que foi agora?
Mulher- Nossa!!! Que grosso! Vai embora!
Homem – Calma, estou tentando sair e não consigo!
Mulher – Porque quer ir sozinho? Vai encontrar alguém?
Homem – O que quer dizer?
Mulher – Nada… nada não!
Homem – Vem cá, acha que estou te traindo?
Mulher – Não, claro que não, mas sabe como é?
Homem – Como é o quê?
Mulher – Homens!
Homem – Generalizando ou falando de mim?
Mulher – Generalizando.
Homem – Então não é meu caso. Sabe que eu não faria isso!
Mulher- Tá bom, então, vai!
Homem – Vou.
Mulher- Ei!
Homem – Que foi, cacete?
Mulher- Leva o celular, seu estúpido!
Homem – Pra quê? Pra você ficar me ligando?
Mulher- Não… Caso aconteça algo, estará com celular.
Homem – Não… pode deixar…
Mulher- Olha… desculpa pela desconfiança. Estou com saudade, só isso!
Homem – Ok, meu amor. Desculpe-me se fui grosso. Tá.. eu te amo!
Mulher- Eu também! Posso futricar no seu celular?
Homem – Prá quê?
Mulher- Sei lá! Joguinho!
Homem – Você quer meu celular prá jogar?
Mulher- É.
Homem – Tem certeza?
Mulher- Sim.
Homem – Liga o computador. Lá tem um monte de joguinhos!
Mulher- Não sei mexer naquela lata velha!
Homem – Lata velha? Comprei pra a gente mês passado!
Mulher- Tá! Ok! Então leva o celular senão eu vou futricar…
Homem – Pode mexer… não tem nada lá mesmo…
Mulher- É?
Homem – É.
Mulher- Então onde está?
Homem – O quê?
Mulher- O que deveria estar no celular mas não está…
Homem – Como!?
Mulher- Nada! Esquece!
Homem – Tá nervosa?
Mulher- Não tô não!
Homem – Então vou!
Mulher- Ei!
H omem – O que ééééééé, caralho?
Mulher- Não quero mais sorvete não!
Homem – Ah é?
Mulher- É!
Homem – Então eu também não vou sair mais não!
Mulher- Ah, é?
Homem – É.
Mulher- Oba! Vai ficar comigo?
Homem – Não vou não! Cansei! Vou dormir!
Mulher- Prefere dormir do que ficar comigo?
Homem – Não… vou dormir, só isso!
Mulher- Está nervoso?
Homem – Claro, porra!!!
Mulher- Porque você não vai dar uma volta para espairecer?
Homem – Ah, vai tomar no cu!!!

Roubado educadamente do Pequenos Delitos, lugar fantástico onde sempre há um caso de amor entre o real e o imaginário!!!





De olho no Tom…

5 01 2009

… e que Tom.

Pois é, grande supresa hoje quando o meu querido Tom Soares me grita no msn para mostrar a nova música… Um conteúdo do Ca#$%@#… prestigiem o clipe muito bem bolado… Além de uma música bastante interessante…

 

Com vocês TOM SOARES:

Post Scriptum: “Espelho Espelho meu…”