Rapidinha…

14 09 2009

…e bem colocada.

Marvin certa vez disse:

marvin “Gozado, justamente quando você pensa que a vida não pode ser pior, de repente ela piora ainda mais.”

“Ah, a vida! Pode-se odiá-la ou ignorá-la, mas é impossivel gostar dela. “

“Vida? Não me fale de vida.”

“É bom que vocês saibam, hoje eu estou muuuito deprimido…“

“Eu tenho milhões de idéias, mas todas apontam para morte certa.”

“Eu poderia calcular suas chances de sobrevivência… mas você não iria gostar…“

“Eu desprezo todos vocês.”

“Eu fico com dor de cabeça só de tentar rebaixar meu intelecto ao seu nível.”

Post Scriptum: “às vezes me encontro em você”

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Quando não vivem o que fala…

12 09 2009

…e dizemos que sim.

Muitos de nós somos obrigados a viver de pura e simples demagogia e hipocrisia. Tento ao extremo viver longe disso e adoro encontrar pessoas que fingem muito bem não viverem disso. Não é simples viver “tentando”, penso que está na hora de viver um pouco no mundo de todos para tentar entender essa demagogia e hipocrisia.

Eu tinha começado a escrever às 4:20 da manhã de hoje, agora são 17:25, depois de alguns acontecimentos que me fizeram ficar acordado até agora, decidi repensar e mesmo assim não retirar o que eu disse. Para concluir vou deixar o que simplesmente me passa agora com mais de 30 horas sem dormir:

– Escolher o que queremos na nossa vida, e principalmente quem queremos, não pode incluir só partes boas e as pessoas definitivamente não sabem conviver com isso.

– Ser demagogo e hipócrita é difícil, não ser é mais difícil ainda (pra mim, por mais que as pessoas possam achar o contrário). Talvez por isso eu deveria me reservar mais ao silêncio.

– Gostar de alguém que você mal conhece, e se dedicar a essas pessoas de cara, pode ser extremamente incômodo, pode até se tornar uma dor, ainda mais quando já se sabe que “depois que tudo está certo, o errado sempre sou eu e tchau tchau”.

– “O errado sempre sou eu”, e aprendi a gostar disso!

Post Scriptum: “e que tal viver no meu mundinho inexplicável?”[2]





Vivendo o…

11 09 2009

…inexplicável

bomb Há alguns posts atrás tentei explicar o inexplicável. Agora nem vivo mais, na verdade agora vivo a felicidade de as coisas estarem em outro pé. Assim como o inexplicável. A vivência me deu o prazer de poder conviver cada vez mais com coisas que a “vã filosofia” não é capaz de explicar. Uma dessas coisas é o próprio fato de estar atualizando o blog com certa freqüência.

Tenho minhas inspirações, um tanto quanto inexplicáveis, para o que me inspira a escrever. Sempre está relacionado a pessoas, às vezes que eu convivo às vezes com pessoas que eu gostaria de conviver. Sendo assim, hoje por coincidência, estou vivendo as duas coisas ao mesmo tempo.

Até quando os humanos vão tentar compreender um ao outro? Até onde ainda vamos ter de precisar de motivos e até mesmo desculpas para fazer algo? O que seria de nós (humanos) se vivêssemos um pouco mais na inconstância?

Post Scriptum: “e que tal viver no meu mundinho inexplicável?”





Dragões também podem…

8 09 2009

…ser surpreendidos.

É sempre quando já estamos acostumados com as coisas é que somos surpreendidos com coisas novas. Esse blog não é mais para falar de mim a muito tempo, porém ainda serve para exemplificar coisas que sempre acontecem na vida de qualquer um ensinando e aprendendo por menos que isso possa parecer.

menina Todos os finais de semana foram feitos para serem vividos, encontrar amigos, velhos amigos e quem sabe, se a sorte permitir, conhecer gente nova. O dragão aqui nunca esconde as garras mas também não posso esquecer do Petit Prince de Saint-Exupéry e o ensinamento da raposa: “Tu és eternamente responsável por aquilo que cativas”. Até quando cativar…

Este final de semana vi uma pessoa mudar no periodo entre o almoço e a inesperada caminhada noturna. Vi uma “menina” se transformar em uma “mulher” e não pelo meu conhecido preconceito draconesco, mas sim pela grandeza escondida nela. Só esse mesmo olhar draconesco é capaz de enxergar isso (acredito eu) e ser “mal” o bastante para arranhar a menininha de outrora para me revelar o que antes não vi.

Com tudo, acho que é sempre assim que acontece “coisas impossíveis acontecem e sempre é comigo”. Mas esse final de semana foi graças a menina-mulher que aprendi muito, e espero ter ensinado um pouco como sempre.

Tenho quase certeza que a menina vai continuar crescendo, comigo ou sem “migo”, eespero que a mulher que vai se tornar nunca seja menina1“adulta” o suficiente para esquecer de sorrir, mesmo com todos os calos que a vida te causar.

No mais, o Dragão continua aqui, mesmo com todas as cinzas que pode deixar para trás, ajudando da forma estranha dele, mas sempre da forma como ninguém mais consegue fazer.

No mais o Dragão continua aqui, mesmo com aquela cara pintada de palhaço que é capaz de fazer sorrir as meninas e as mulheres, ou qualquer um que assim queira.

No mais o Dragão continua aqui, mesmo com todas as cinzas que pode deixar para tráz e com a cara pintada de palhaço, encontrando pessoas que o fazem ter seus momentos de felicidade. Mesmo que seja por um final de semana, mas que pelo menos sei que existem e podem continuar existindo.

Post Scriptum: “É sempre na próxima esquina? mesmo que não for vou continuar andando…!”





Meus cantos…

17 08 2009

…e recantos

Tem dias que penso que o mundo é o que é apenas porque eu existo. Não que eu seja peça importante para o que o mundo é hoje, mas sim por sentir o mundo, seja ele inteiro ou apenas aquele que está ao meu redor.

Tive uma visão, ou melhor, uma percepção um pouco mais real do que eu sou, caí em mim. Não sou o que eu achava que eu era, simplesmente não foi o meu redor que mudou, fui eu. Sinceramente, continuo sendo eu mesmo, mesmo tendo mudado caso isso seja realmente verdade.

Quantos de nós não acordamos do nada para o que nos acontece? Quantos de nós nem se da conta do que está ao nosso redor? Quais das duas coisas é mais grave? Qual a diferença entre elas?

Para mim pouco importa agora, estou na minha caverna onde posso me dar o luxo de estar trancado fazendo o que eu bem entenda. Ter os desprazeres e desventuras que ninguém mais poderia ter. Aproveito meus tempos de ócio , que apesar de serem raros, são criativos.

Post Scriptum: “Morra a sua vida por si só. Viver a própria vida já não é conselho que se dê”